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sexta-feira, 28 de outubro de 2011

Vestido longo.



Veio ela hoje aqui
De vestido longo, bela
Veio toda tranquila,
Toda charmosa, toda jeitosa
E toda sorriso.

O galanteio foi inevitável
E do jeito mais sutil
Elogiei-lhe. Ela gostou
Gostou e em resposta falou de mim
Tá moço bonito, parece trabalhador!
Eu gostei.

Carinho místico este
Que por ela sinto,
Ela que toda jeitosa, charmosa e tranquila
Começa a minha vida clarear.

E assim foi, saí de cena
Com o vestido em mente,
E com a dona do vestido
Guardada no coração.

Grandeza falha.



Eu realmente esperava por alguém,
Mas, como sempre
Acabei ficando confuso.
Eu sempre pensei
Que era destinado às grandes coisas,
Então, num estúpido erro
Fiquei a esperar o grande feito
E deixei de lado o resto,
Eu realmente esperava alguém,
Mas, essa pessoa não existe
E meu ano acabou.

domingo, 9 de outubro de 2011

Antes que você faça nada.







Estava sentado em um banco
Com alguma companhia,
 A alma quase vazia
E o peito sujo de branco.

Então a linda sexy moça apareceu
Com allstar sujo e trejeito sexual
Deixando o frio e maldito eu
Nesse fulgor intenso, animal.

Esperando por alguma cortesia
A pequena e escura rua ela descia,
Sentindo-me praticamente lixo,
Ela se vai e nervoso pareço um bicho.

Numa paixão de dois minutos fiquei cego
O doce vinho que me acalma renego
E na minha lista de amores, ela eu agrego.



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Para a linda mulher que tocou meu coração somente por estar bêbada e parecer não se importar com isso.

quinta-feira, 29 de setembro de 2011

Sobre cores e amores.

 
 
 
Pelo preto, pelo rosa ou vermelho,
Pelo amarelo ou mesmo marrom.
Pelo jeito mais doce e delicado e peculiar,
Ou mesmo pela petulância egocêntrica
Da leoa rainha, que é rainha de si e de todos.
Por todas as cores,
De amores nem tão bem vividos
Que me apresento aqui e
Agradecendo feliz e sorridente,
Esbravejo ao mundo:
“NÃO SOU CEGO DE AMOR!"

quarta-feira, 28 de setembro de 2011

Só morre afogado quem sabe nadar.




Mais forte que água,
Levou-me para dentro de si.
Arrastou-me com sua torrente
De jeitos, trejeitos e prosa.

Desgraçado é o homem que
Achando que seu coração controla
Pensa e tenta em vão
Sua paixão dominar.

E esse maldito sujeito eu,
Que caiu neste infortúnio,
Agora desse vermelho e
Revolto mar, tenta sem sucesso escapar.

Afogado em amor pueril
Espero o merecido desfecho.

Soneto para a ladra miserável.




Essa ladra surgiu numa noite de bar.
Roubou meu coração insolente,
Não tendo meus sentimentos em mente
E quase nem homem, deixei levar.

Porém, não tão esperta assim
Essa ladra mostrou-se a mim,
Uma trilha de sangue do órgão a jorrar
Fez-me facilmente ela encontrar.

Bati a sua porta com fúria,
Reivindicando meu coração,
E vi em seu rosto que de amor vive na penúria.

Com grande pesar e emoção,
Abri mão de minha luxúria,
E assumi condolente minha abstenção.

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Começo assim, sinceramente espero que gostem e comentem. Pretendo manter um bom ritmo de postagens.